MUDANÇAS
MUDANÇAS:
Os que sempre
estão mudando, me parece estarem insatisfeitos. Há pessoas que mudam de
residência constantemente. Isso me parece um distúrbio comportamental. Como tal,
nunca estarão satisfeitos com a nova residência.
Há os que sempre
estão mudando a arrumação dos móveis, para a casa ficar mais bonita. Mudar de
longe em longe faz parte para o ambiente ficar diferente e acho saudável. Mas as
constantes e incansáveis mudanças, como uma rotina de vida, não tem aspectos positivos.
Isto até porque sempre ocasiona avarias e se redundam em prejuízos.
Mas quero chegar a
um ponto mais central, que me tem deixado desconfortável, que são as mudanças
em nosso meio denominacional (Batista) vejamos:
1-Já fomos União
cooperadora de Homens- O que somos hoje?
2-Já fomos
Sociedade de Senhoras. O que somos hoje
3-Já fomos
Sociedade de Moças. O que somos hoje?
4-Já fomos Casa
Publicadora Batista. O que somos hoje?
5-Já fomos IBER- O
que somos hoje?
6-Qual é nosso
Hinário oficial hoje?
7-Já fomos Ordem
dos Pastores Batistas do Brasil. Que somos hoje? Como são nossos retiros ?
Mesmo sendo Pr.
Batista e como tal, me sinto confortável e no dever de questionar isso, no bom
sentido, para nos levar a uma boa reflexão. Olhemos outros segmentos,
religiosos se não mantem suas boas tradições?
Confesso aos
irmãos que isso me traduz uma sensação de insegurança e insatisfação com o que
somos. Não sei se alguns desses insatisfeitos e modificadores de tudo, já não
se sentem envergonhados de serem chamados de lideres Batistas. Fico meio
questionando qual o interesse que os mantem, ainda em nossos meios. Porque na
realidade de Batistas, muitos desses e demais adeptos, de Batistas quase já não
tem mais nada. É só observar seus comportamentos, cumprimentos pentecostais, vícios
de linguagens, ecumenismos, proselitismos etc...
Em um dos nossos
denominados, Retiros, havia um preletor, que dizia assim: “Não vejo razão para
existir trabalho missionário, Batista, onde já existem outras Igrejas evangélicas.”.
Não sei se foi orientado
a dizer isso para ir minando a base de que tudo é igual ou se é pensamento seu
e alí foi para contaminar o que já não anda muito bem das pernas.
Mas, o que vejo
entre nós os Batistas, é um inconformismo com o que somos e temos. É minha
conclusão. Mudar é necessário, dentro de uma contextualização, frente às
mudanças naturais da vida, sem mexer com nossa logomarca. Acho bonito e saudável
manter certos pilares históricos e milenares.
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