COMPARTILHAMENTO
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O PÚLPITO DA IGREJA
DE CRISTO, NÃO DEVE SER UM LUGAR ONDE OS PREGADORES, USEM PARA EXPOR SUAS
IDEIAS E PRINCIPALMENTE, PREGAR O MEDO E DEMAIS COISAS QUE ESMOREÇAM OS ÃNIMOS
DO POVO. MAS SIM, A CORAGEM, A ALEGRIA, A RENOVAÇÃO DAS FORÇAS E O AGUÇAMENTO
DA FÉ, GIGANTISMO E A ESPERANÇA DE VITÓRIAS!
Esta suposta tese
é o resumo de uma pregação que ouvi, certa vez, quando assistia um culto, em
uma de nossas Igrejas. Lá chegando, um membro da Igreja assumiu o púlpito e
disse que o Pr. estava ausente, disse o motivo e iniciou o que esperava ser uma
pregação. Sem bases Homilética, como a maioria dos pregadores, o que não é o
mal maior, mas desenvolveu um Estudo Bíblico em pleno culto de domingo á noite,
citando os textos Bíblicos e solicitando aos membros da Igreja que lessem cada
um deles e ninguém ouvindo nada.
Isso já foi me
desinteressando, porque Estudo Bíblico é para os meios de semanas, onde o povo
pode interagir. Como se fosse pouco gastou uma hora e meia. Não sabia como
parar de falar. O que salvou foi quando convidou o grupo de cânticos e este
iniciou, com os instrumentos. Se não iria continuar como carro sem freios.
Mostrou-se com bom
conhecimento secular, citou vários autores e casos da história, desenvolveu os
textos Bíblicos, com uma vertente de terror, ao sinalizar a volta de Cristo. Isso
se aprofundou, quando lançou mão do contexto secular de ateísmo, ideologia de
gêneros e esta foi a mais grave, ao citar tudo o que isso pode e até, segundo
ele, irá trazer para o povo de Deus, indo até com a detenção dos seus lideres,
se recusar certas práticas modernas, hoje, regulamentada por lei. Aprofundou a
ideologia de gênero, nas crianças, não falou em patologias, mas apenas citou
comportamentos; e esses de pessoas que se casam com ela mesma, bonecas, árvores
etc.
Embolou tudo e
durante uma hora e meia, foi este o assunto aterrorizante, na minha visão, que
fui assistir um culto, que me falasse ao espirito e não deixasse amargurado,
irritado e saísse tão vazio e mal, imagino que não apenas eu, mas quem sabe
tantos outros, com duas pessoas que olhavam o celular todo o tempo.
O que vi de bom,
foi seu estilo conservador, em um bom limite.
Após 36 anos de Sacerdócio
Pastoral, deles 34 ativos, o que aprendi e ouvi de grandes Homens de Deus e
boas literaturas, por exemplo- A.W.Blackwood, é que os púlpitos da Ig. de
Cristo, há de ser um lugar de revigorar o povo, amenizar as dores do dia a dia,
e nos por de pé, para continuar a jornada. Imagino que os que vão as Igrejas,
não vão por acaso a não ser para adorar a Deus e como tal, sairem abençoados,
encorajado, esperançoso e não cabisbaixo, assustado, frustrado e com o espirito
desarmado, por ouvir a pregação do medo, da derrota e não da esperança e
vitória, em Cristo Jesus.
Quem tem este
discurso não deve fazer uso do púlpito da Igreja de Cristo. É um assunto que
cabe interações, contestações e diversas colocações, para que ele tome outro
rumo e não se transforme em verdade final, onde os ouvintes saiam, como eu,
vazios, irritados e certos que toda a verdade não é essa.
O discurso do
terror, do medo, ameaças e desventuras, não cabe no santuário. Jesus não pregou
isso. Quando fez menção, logo ofereceu o bálsamo!
Nota: Certo médico,
que não era muito simpático ao Evangelho, mas sua esposa era cristã, resolveu assistir
o culto, com ela, após alguns insucessos com pacientes, onde um desses veio a
óbito. Lá chegando, o Pregador, ao vê- lo começou colocar frases da medicina no
sermão. Aquele homem que foi ouvir a Palavra, para confortar o espirito
abatido, pelos desencontros do seu dia a dia, saiu arrasado e decidido a não
mais voltar.
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