O SER HUMANO E A NATUREZA
O ser
humano e a natureza
Deus recomendou ao ser humano, três
coisas sobre seu contato com a terra: Dominar- Lavrar e Cultivar. Quero entender
que antes do pecado, ele não teria tantas tarefas sobre a terra. Após o pecado,
Deus o recomendou o duro e escaldante cultivo, acrescido dos ferimentos dos
espinhos; e a mulher dores no parto.
Com isso entendo que antes do
pecado A/P- tudo lhes seria mais fácil e confortável do que depois do pecado- D/P.
Antes do pecado –A/P-quando Deus lhes impôs limites, eles não obedeceram. Isso me
denota o ser humano não gostando de respeitar limites e sim tendente a ouvir
outras vozes!
Agora depois do pecado, já
sabedores do bem e do mal, com as “orelhas ardendo”, Deus lhes atribui os ônus
da desobediência e os tira do Jardim, do conforto, da fartura, bem estar etc. e
os lança ao calor e fadiga do dia a dia.
Antes do pecado, sua função era
dominar. Após o pecado, também lavrar e ser ferido por ela; inclusive pelas
serpentes.
Com este novo e maldito instinto
de desobediência e destruição, os resultados logo lhes vieram, que foi o bárbaro
homicídio (Cain e Abel e mais tarde o dilúvio, com a multiplicação do pecado).
Os acidentes cósmicos logo se
instalaram. A terra que até então nunca havia recebido chuva, recebe uma carga diluviana
de 40 dias e 40 noites. O pecado é tão danoso que sua ação sobe aos olhos de
Deus e lhes provoca a ira, os desastres do mundo, são produto da incapacidade e
a falta do ser humano de viver em harmonia até com sigo mesmo. Com a
natureza e Deus, nem se fala.
Prefiro imaginar que até as extrações
de petróleo e demais riquezas minerais, seja uma das grandes agressões á
natureza. O cultivo, que foi a ordem Divina, com farta produção alimentar,
seria o bastante para um mundo farto, rico, equilibrado ecologicamente e a
natureza respeitada.
Como se não bastasse, aterram
rios, mangues, para construir casas, cidades, fazem suas moradias às margens
dos lagos e reclamam das inundações, como se Deus fosse o responsável pelos
desastres que sofrem. Para esses só
serve chuvas lentas e rápidas. Para os
demais, não. por isso enquanto uns dão graças pelas chuvas, sejam quais foram, outros
reclamam e preferem morrer torrados com o calor
se Deus não mandar pouca chuva
para atender suas imprudências.
Outros constroem barragens,
represam as águas em seu beneficio, ignorando os riscos e a natureza que tem
sua força incontrolável, pelo ser humano, e chegando o momento do seu limite rompe
os frágeis obstáculos do homem e devasta vidas e gera prejuízos, irreparáveis
para ela e ele, ser humano.
Pobre ser humano! Péssimo gestor
das sagradas tarefas que Deus lhes confiaram!
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