MUDAR PARA QUE?

MUDAR PARA QUE?

Mudanças não é algo fácil, muito embora seja natural ,necessária consequencial e imperiosa. Há umas décadas atrás, surgiu um pensamento novelista, denominado de Gabrielismo, cujo dizia assim: “Nasci assim, sou mesmo assim” imagino que isso tem atingido muitas pessoas. Surgiu ao lado deste, uma frase famosa do universo esportivo. “Tem que me engolir” Por entender essas complexidades, vai aqui algumas questões:
1-Posso mudar?-sim. Isso porque só eu que devo e posso tomar tais e tais iniciativas. Ninguém pode entrar no meu intimo e efetuar mudanças. Nem Deus faz isso, se eu não permitir que Ele me ajude. Ele só não faz e nem eu só. Há coisas que só eu e Deus conseguimos fazer e fica muito bem feito, quando efetuado em parceria com Ele!
2-Devo mudar?- Só eu que posso responder esta pergunta. Não vou mudar sem me sentir desejoso e necessitado. Se estou bem assim como estou, mudar para que? Mesmo estando até errado. Mas se ainda não tomei a iniciativa, devo esperar a hora e o momento certo. Quantas vezes falamos assim; Sei que estou errado. Então me falta a iniciativa! Quando é que estou errado? Quando meu comportamento está atrapalhando e provocando contratempos ao meio onde vivo.
Bom. Eu estou fazendo o certo, mas o ambiente é corrompido e não me aceita. Então devo sair daquele lugar. Não devo mudar do certo para o errado, para me ajustar ao ambiente nocivo.
3-Quero mudar? Sim ou não. Se quero devo. Se não quero, não devo. Já disse que mudanças são coisas pessoais. Devo mudar em favor dos outros? Mudar do certo para o errado, jamais. Mas se for uma mudança que não me gere transtornos, devo pensar sobre isso e até consultar quem possa me ajudar. Não devo mudar por força de influências do meio, se elas confrontam meus bons valores. É difícil o que é bom ficar melhor. Não devo ter dificuldades em ser diferente, se esta diferença é saldável.
4- Preciso mudar? Sim ou não. Se entendo que sim, não devo me delongar. Minha demora pode gerar prejuízos para mim e os que vivem ao meu redor
5--Mudar para quê e por que? Se entendo que preciso. Se preciso, devo. Nenhuma mudança deve ser por acaso. Ou seja: não devem ser ocasional e sim, consequencial. se nos olharmos no espelho da vida, veremos muitas mudanças externas e internas. Elas quase sempre são doloridas. Já fomos criança, adolescentes, jovens e adultos. Passamos por mudanças em nosso corpo. Mas imagino que as que mais nos dificultam sãos comportamentais. Isso deve ocorrer, em função do meio onde vivemos. Nasci assim e sou mesmo assim, não é comportamento para pessoas inteligentes e sim egoístas e “donas do mundo”. São poucos os que estão dispostos a nos engolir por toda a vida. Nem mesmo em nossas famílias. Imaginem fora dela? Mudanças fazem parte da vida, são necessárias e até saudáveis.
A resistência às mudanças necessárias tem caráter patológico- digo isso, quando o gabrielismo nos gera ganhos. Se mudar vou perder isso e mais aquilo. Então não quero mudar, não vou mudar, mesmo sabendo que estou errado e prejudicando a todos ao meu redor. Em outra reflexão, pretendo desdobrar este ultimo item.



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